16/06/2016 às 09h55min - Atualizada em 16/06/2016 às 09h55min

PCB e Fórum Classista emite Nota á desfavor de Alexandre Fleming

Vejam as notas na integra!

A Redação
O Fato

Alexandre Fleming é acusado de uma suposta traição na nota e vazar informações internas das reuniões do PCB e do Fórum Classista ocasionado por interesses de uma suposta pré-candidatura ao Senado que se daria em uma aliança entre o PSOL e o PTN que segundo informações é controlado supostamente pelo Deputado Federal e Pré-Candidato á Prefeito de Maceió JHC(João Henrique Caldas) através de seu Advogado e Assessor José Marques. Segundo informações Alexandre Fleming pediu afastamento do PSOL e desfiliação do Sindicato que era ligado no IFAL depois da emissão das notas e sugundo os Partidos de esqueda Alexandre estaria supostamente tentando emplacar a candidatura á Prefeito de Maceió o desconhecido Gustavo Pessôa aliado seu no IFAL e que estaria costurando uma suposta pré-candidatura ao Senado para ser laranja sobre o comando de João caldas e seu filho JHC,segundo fontes.Outras fontes informaram que Fleming procurou o Partido dos Trabalhadores para se aliar,mais foi impedido por causa de seu desafeto que vai tomar posse como Presidente Municipal do PT Ricardo Barbosa, Fleming foi assessor quando Ricardo era Vereador por Maceió quando ocorreu o racha.

Segue as notas na integra:

Nota de Repúdio do PCB/AL

 

O PCB, no alto de seus 94 anos de lutas junto à classe trabalhadora brasileira, vem a público repudiar o ataque venal que sofreu nesse último dia 24 de maio de 2016, quando teve sua vida interna violada com a divulgação de documentos referentes a seus militantes que atuam na base dos trabalhadores da educação básica federal (SINASEFE), ferindo a sua autonomia partidária e colocando em risco a sua integridade e a de seus militantes. Na conjuntura atual de crise sistêmica profunda e de retrocessos nos direitos sociais e nas liberdades democráticas, esse ataque representa uma afronta a toda esquerda socialista e às forças progressistas nacionais, justo no momento em que as forças da extrema direita brasileira apresentam no Congresso Nacional nesse mesmo fúnebre dia um PL (5.358/2016) visando criminalizar o comunismo.

 

O autor do leviano ataque, Alexandre Fleming, tem uma trajetória não inédita na história do movimento operário. Iniciado nas hostes da esquerda socialista, o referido realizou uma série de movimentações político-partidárias cujo único objetivo era a sua viabilização eleitoral, a construção da sua imagem com fins carreiristas. No afã de ocupar um cargo institucional, Fleming chegou ao ponto de adentrar no terreno do inimigo, quando em 2013 filiou-se ao Partido Trabalhista Nacional (PTN), mais uma agremiação fisiológica da direita alagoana, cujo intento era disputar as eleições para senador. Seus vícios caudilhescos, evidentes quando ainda estava no campo da esquerda, ultrapassaram os princípios morais e éticos do campo classista ao se aliar com as oligarquias alagoanas. Desta forma, a aventura eleitoreira desse sujeito definiu o seu papel de colaborador das classes dominantes no intuito de desagregar a esquerda. 

 

O regresso daqueles que se aliam aos inimigos de classe para o seio do campo socialista deve ser interpretado como oportunismo, que traz riscos para a integridade do movimento operário. A atitude denuncista de se utilizar de documentos internos de organizações e de conversas privadas nos espaços da luta da classe trabalhadora é um método estranho e repugnante à democracia operária. Neste sentido, o PCB não só vem a público denunciar e repudiar esse ataque sofrido como dizer que este método pertence às forças da extrema direita, que visam liquidar as organizações da esquerda. Irônica e irresponsavelmente, tal ataque foi desferido por um sujeito que atualmente ocupa o cargo de Presidente Municipal do PSOL, partido aliado do PCB na frente de esquerda e que, direta ou indiretamente, também é vítima da infiltração oportunista, pois temos a convicção que os companheiros que constroem esta agremiação partidária também repudiam tais práticas.    

 

Tratou-se também de uma tentativa fratricida de colocar os valorosos militantes independentes do movimento sindical contra as organizações socialistas, desagregando-os. Em tempos de projetos como “Escola Livre” e “Escola Sem Partido” alimentando o discurso reacionário, o intento de disseminar nas fileiras do movimento dos trabalhadores da educação o anticomunismo é algo muito grave e que exige enérgica defenestração. Por fim, solidarizamos-nos com os companheiros do PSTU e da APS/PSOL que, junto com o PCB, foram vítimas deste ataque à democracia operária.

 

Assim, repudiamos e conclamamos a solidariedade classista de todas as forças da esquerda socialista a esta atitude leviana, bem como reiteramos a disposição de constituir a unidade da esquerda nesta conjuntura de dificuldades à classe trabalhadora.

 

Maceió, 25 de maio de 2016.

 

Nota dos INDEPENDENTES aos militantes de Partidos políticos que constroem o Fórum Classista.

 

Nós nos solidarizamos com os militantes dos Partidos políticos que constroem o Fórum Classista e estão sendo duramente atacados, nas redes sociais, por emails a diversas entidades e a Partidos políticos, causando exposição dxs militantes que compõem este agrupamento e pertencem a Partidos. Como é o caso dxs camaradas do PSTU, PCB e correntes do PSOL. Nos sentimos honrados em dividir as trincheiras de lutas com todos os partidos citados e seus militantes e simpatizantes, que mesmo com divergências construíram conosco este agrupamento político que nos orgulhamos: FÓRUM CLASSITA!

Repudiamos todos os ataques desmedidos e infundados aos Partidos e seus militantes, bem como as calunias e, sobretudo, o vazamento de informações de dentro do nosso agrupamento (FC) e informações privadas dos Partidos e organizações políticas. Repudiamos essa forma baixa e rasteira de se fazer política. Não compactuamos com debate político que se serve de informações pessoais, privadas, seja de Partidos, Organizações políticas e/ou conversas privadas de cunho pessoal.

Repudiamos a exposição de militantes do FC e de documentos internos de quaisquer Partidos político como o que foi amplamente divulgado pelo senhor Alexandre Fleming. Como Independentes não somos massa de manobra de nenhum Partido, como foi sugerido nas acusações ao FC, ao contrário, temos posicionamentos, princípios e linha política. Esse tipo de denúncia nos foi dirigida no último CONSINASEFE por todos os blocos que nos atacavam e, naquele momento, reafirmamos que o FC é um agrupamento autônomo de Governos, Reitoria, direções e, inclusive, de Partidos. Embora os respeitemos e façamos questão de militar lado a lado dos que defendem a classe.

 

Assinam esta nota os INDEPENDENTES:

Hugo Brandão – IFAL

Mayara Esteves - IFAL

Wilson Ceciliano - IFAL

Adalberto da S. Santos - IFAL

EstelaMaris Borges - IFMG

Frederico Andres Bazana-IFC

Giana C. Laikovski - IFSC

Damasceno - IFAM

Renato Tadeu - ASSINES-RJ

Rodrigo Gadelha - IFF

Ana Paula L. Nascimento - IFS

Márcia Raquel – IFPI

Ingredi Palmieri Oliveira -IFS

Caio Cardoso - IFS

Alci Junior - IFPE

Raquel De Oliveira - IFS

Líria Lara - IFMG

Maysa Eichner da Silva Bazana - IFC

Daniel Augustin Pereira - IFSC

Marcela Ferreira Azeredo - SINDSCOPE

Martinha Mendonça - SINDSCOPE

 

 


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