28/06/2021 às 11h19min - Atualizada em 28/06/2021 às 11h19min

Lázaro é morto em confronto com a polícia após caçada de 20 dias

G1

Nas últimas horas de buscas a Lázaro, a força-tarefa criada para prendê-lo se concentrou num bairro de Águas Lindas de Goiás. Moradores do Setor Itamaracá afirmaram ter visto o criminoso por volta das 21h de ontem e chamaram a polícia. Lázaro ignorou uma tentativa de negociação feita pelos agentes para que se entregasse. Durante a madrugada, foi montado um cerco na região, com o apoio de helicópteros e cães farejadores.

Pela manhã, pouco depois das 8h, ex-mulher de Lázaro foi levada para a Delegacia Regional da Polícia Civil. Era na casa dela que o criminoso esteva, de acordo com testemunhas, quando chamaram a polícia. Lázaro teria escapado pela mata que fica nos fundos da residência.

Mais cedo, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, havia postado em seu perfil do Twitter a informação da prisão do criminoso, procurado por forças de segurança há 20 dias.

Caso Lázaro:   Veja crimes, fuga e buscas pelo serial killer durante os 20 dias de perseguição policial

— Acabo de receber nesse momento uma informação de todas as forças de segurança que estão ali na região de Cocalzinho que o Lázaro foi preso. Cumprimentar a todos aqueles que estão ali há vários dias trocando informações e chegando a esse resultado final com a prisão do Lázaro. Meus cumprimentos a todas as forças de segurança que ali interagiram, trabalharam com determinação para mostrar que a lei está acima de tudo. Um abraço a todos — disse ele, num vídeo compartilhado na rede social. 

Mais de 30 crimes

De acordo com a Secretaria de Segurança de Goiás, Lázaro era investigado por mais de 30 crimes, cometidos naquele estado, na Bahia e no Distrito Federal. Ele é suspeito da morte de quatro pessoas de uma mesma família em Ceilândia, no DF, e do funcionário de uma fazenda no distrito de Girassol, em Goiás.

A maioria dos casos é referente a crimes de latrocínio (roubo seguido de morte). Durante sua fuga, Lázaro invadiu propriedades rurais, fez três pessoas reféns e baleou outras quatro, entre elas, um policial militar. Ele já tinha condenações por um homicídio cometido na Bahia e por um estupro no DF.




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