18/05/2021 às 23h03min - Atualizada em 18/05/2021 às 23h03min

Bolsonaro está destruindo o Brasil alertam entidades de controle social

Alta dos combustíveis é uma bola de neve para inflação em todos segmentos, gerando caos na mesa dos brasileiros

O Fato com agência de notícias
As entidades da Sociedade Civil Organizada: MCCE, NCIA e Caras Pintadas, emitiram uma nota de repúdio aos aumentos de combustíveis que tem impacto direto no índice de inflação, que afeta toda a cadeia de distribuição de produto.


Para Dêvis Klinger do Núcleo de Combate à Improbidade Administrativa - NCIA “o aumento no preço da gasolina também deixa a compra do supermercado mais cara, isso reflete no avanço da miséria no Brasil”.
 
Para Fernando Cpi do MCCE/AL “ a falta de experiência do governo federal ajuda  no aumento desenfreado no preço do botijão de gás de cozinha o que reflete no desespero das famílias carentes e aos quase 15milhões de desempregados”.


Já Raudrin de Lima dos Caras Pintadas “ além do desastre perante à pandemia o governo federal brinca de fazer política externa, afetando a vida de milhões de brasileiros, pela prática de sangria em todas regiões do Brasil”.
 
 
 
Segundo levamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), no início do ano, os consumidores pagavam, em média, R$ 4,151 pelo litro do combustível nos postos. Na última semana de abril, o litro custava R$ 5,40.
 
 
Em maio de 2019, por exemplo, o barril de petróleo era negociado a US$ 64, quando o dólar estava a R$ 3,90: na época, o valor médio do litro da gasolina era R$ 4,55 no Brasil.
 
 
Quase dois anos depois, em abril de 2021, o preço do barril estava ligeiramente mais valorizado, sendo negociado a US$ 66,71, mas com o real bastante combalido — de acordo com a ANP, a gasolina estava sendo vendida, em média, por R$ 5,40 nos postos brasileiros.
 
“A participação do modal rodoviário na logística do Brasil é superior a 80%, o que cria uma dependência dos combustíveis fósseis para o transporte de mercadorias”, explica o professor Marco Antônio Rocha, do Instituto de Economia da Unicamp. “O impacto se reflete na formação de preço dos demais bens industriais: por ser um custo básico, há um efeito cascata. Sem contar o período seguinte do impacto, que é o custo do frete.”
 
 
Mas por que o 
combustível está tão caro? Para explicar isso, é necessário dar uma olhada na taxa de câmbio: de 2020 para cá, o real é uma das moedas que mais se desvalorizaram em relação ao dólar, considerado o “meio padrão” para calcular negociações — inclusive preço de commodities como o petróleo.

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