18/04/2020 às 17h41min - Atualizada em 18/04/2020 às 17h41min

PROTEÇÃO :Governador aciona Polícia Civil para investigar ameaça de morte, entidades exigem prisão do meliante

A Secretaria de Estado da Comunicação informou que o governador Renan Filho não vai comentar ameaças

O Fato com Agência A Notícia
Internet

A Secretaria de Estado da Comunicação informou que o governador Renan Filho não vai comentar ameaças motivadas pela adoção de medidas de enfrentamento à pandemia de coronavírus, que tem como objetivo preservar a vida dos alagoanos.

A Polícia Civil já foi acionada para conduzir investigação sobre áudios divulgados na imprensa e tomará as medidas cabíveis para identificar o autor e puni-lo conforme a lei.

O empresário alagoano do ramo da alimentação Bruno Marzullo compartilhou nas redes sociais um áudio polêmico. Para ele, a solução para acabar com a quarentena é dar um tiro no governador Renan Filho.

Em primeiro áudio, Marzullo trata os 110 casos confirmados de Covid-19, em Alagoas, com sarcasmo: “Vai todo mundo morrer”.

Depois, ele diz que o Ministério Público irá intervir caso donos de lojas em shoppings resolvam abrir às portas. “Se a gente não se juntar para dar um tiro nesse filho da puta do governador é melhor ficar em casa mesmo”.

E mais, comparou a quarentena, meio encontrado para poupar vidas, como uma ditadura.
As entidades de combate a criminalidade do estado de Alagoas, exigem do Ministério Público do Estado de Alagoas e ao Poder Judiciário a prisão preventida do meliante, pois se fosse o filho de um pobre já estaria preso. "Não podemos deixar que playboy marginalizado fiquem impune ao ameaçar dar um tiro o Governador de Alagoas, fazendo uma convocação dos empresários para que participem de tal crime", desabafa Raudrin de Lima, Coordenador Nacional do Movimento Caras Pintadas." No Brasil estamos vivendo um clima de guerra contra o coronavírus e esse meliante está agindo como genocida, além de querer abrir os estabelecimentos comerciais, provocar mortes em massa, ainda acha no direito em querer matar o Governador de Alagoas, exigimos que seja decretado a prisão e que ele responda com os rigores da lei tal crime cometido", conclui Fernando Cpi, Coordenador Geral do Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral(MCCE-Al).

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