15/04/2019 às 19h26min - Atualizada em 15/04/2019 às 19h26min

Eleições do Sinpro de Alagoas: Chapa 2 é denunciada à Polícia Civil por suspeita de fraude

O Fato

O presidente do Sindicato dos Professores do Estado de Alagoas, Sinpro/AL, Eduardo Vasconcelos, reegistrou um Boletim de Ocorrência , de número 033640/2019, para comunicar uma suspeita de fraude nas eleições do Sinpro/AL. Segundo o BO, a Chapa 2, Renova Sinpro, teve 4 pedidos de impugnações de candidaturas enviados pela chapa 1 - SOU PROFESSOR COM ORGULHO E EXIJO RESPEITO -  Segundo o BO, a presidente da Comissão Eleitoral, nas contrarazões apresentadas pela representante da CHAPA 2, contra os pedidos de impugnações, percebeu uma ficha de filiação do Sindicato inserida na documentação apresentada para comprovar a filiação de um dos professores, senhor Célio Roberto da Silva Santos, que teve um
dos pedidos de impugnação solicitado pela Chapa oponente. Porém, a ficha de filiação aparece sem nenhum tipo de registro ou qualquer anotação por parte da secretaria do Sinpro AL. Após suspeitar da comprovação de filiação enviada pela representante da CHAPA 2, a presidente da Comissão Eleitoral encaminhou ofício à Secretaria do Sindicato para comprovar a veracidade do documento apresentado, todavia recebeu como resposta do setor responsável que não existe a original da referida ficha de filiação apresentada, bem como qualquer informação de filiação do professor. De porte das contrarazões, a presidente da Comissão Eleitoral, professora Jamile Ferro, enviou ofício ao presidente do Sindicato para que o mesmo tomasse as devidas providências legais com relação a suposta fraude, já que, na secretaria do Sinpro de Alagoas, não havia nenhuma documentação do referido professor, nem mesmo qualquer ofício de desconto de mensalidade enviado ao Colégio Saint Germain, onde o mesmo leciona. 
“Diante das fortes evidências, procurei, como representante legal da entidade lesada, à Polícia Civil para tomar todas as providências, e abrir uma investigação a respeito desta suposta fraude nas eleições do Sinpro de Alagoas”, explica Eduardo Vasconcelos, presidente e candidato à reeleição pela CHAPA 1. Ele ainda complementa: “É muito estranha toda essa movimentação, pois como é que o Colégio Saint Germain recebe uma ficha provavelmente fria das mãos do próprio professor, sem nenhum documento oficial do Sindicato, com o ano de 2017 registrado na ficha, e a escola filia o professor e passa a fazer os descontos sem o conhecimento do principal interessado, que é o Sindicato?”, explica o dirigente sindical. Diante das suspeitas, uma denúncia ao Ministério Público do Trabalho também será feita. “Provavelmente quiseram fraudar uma eleição sindical, isso é muito sério. Pediremos para que sejam ouvidos, pela Polícia Civil, os membros da CHAPA 2 e os dirigentes da escola denunciada, pois queremos saber qual a participação de cada membro e a intenção da instituição de ensino em aparentemente legalizar uma sindicalização que não existe. É interferir nas eleições do Sinpro de Alagoas? Queremos todos os responsáveis responsabilizados pela fraude. É uma falta de respeito com a entidade, é um falta de respeito com a própria categoria, que os mesmos querem representar”, questiona Vasconcelos.

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