27/08/2015 às 03h33min - Atualizada em 27/08/2015 às 03h33min

Luciano Barbosa é representado na Polícia Federal e a mais 8(oito) Instituições ,por suposto beneficiamento á favor de cooperativa de Arapiraca

Redação O Fato
O Fato

Suspeita surgiu  durante viajem do secretário de Educação do Estado de Alagoas para os EUA e mandar cancelar os contratos dos ônibus escolares que beneficiava milhares de estudantes carentes e tratados a base de balas de borracha, bombas  e Spray de Pimenta por protestar contra o cancelamento dos ônibus escolares. Para amenizar tal feito do Secretário de Educação do Estado de Alagoas anunciou a criação de uma demanda histórica dos estudantes o ”Passe Livre”. Com a inviabilidade do projeto do “Passe Livre” no formato que foi traçado pelo governo e a não aceitação do secretário que estranhamente Luciano Barbosa anuncia em entrevista citou que iria contratar uma cooperativa de Arapiraca chamada de Copeal Bus; para que a instituição assumisse os transporte escolares de Alagoas, uma empresa que atuava com Ônibus de Turismo e Urbano com o CNPJ Nº05.587.535/001-24 em Arapiraca terra onde o secretário foi Prefeito, com a articulação do  prefeito a empresa arapiraquense mudou a razão social para atender os requisitos para transporte escolar, desta forma o secretário Luciano Barbosa supostamente pelos seus atos feriu o princípio de impessoalidade do serviço público; que no dia 10 de julho de 2015 a cooperativa arapiraquense convocou seus cooperados para incluir transporte escolar no objetivo da cooperativa, e aumentar sua abrangência que era apenas em Arapiraca ampliando para todo estado de Alagoas .De pasmar é que na convocação das cooperativa feita pela secretaria de educação no prazo de 5 dias, essa cooperativa mudou sua sede para Maceió logo após reunião com portas fechadas com o Secretário Luciano Barbosa; com o custo estimado entre 3 á 5 milhões de reais por mês com o dinheiro Público. O Movimento Caras Pintadas enviou solicitação para investigação do contrato para Polícia Federal, Ministério Público do estado de Alagoas, Ministério Público Federal, Ministério Público de Contas entre outros órgãos fiscalizador e de investigação. Esse caso do Contrato já estava sendo investigado pela Procuradora do estado de Alagoas Samya Suruagy e agora reforçado pelos órgãos acima citados.


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