26/11/2017 às 15h03min - Atualizada em 26/11/2017 às 15h03min

CONSELHEIRO TUTELAR LUIZ CARLOS DA SEGUNDA REGIÃO É DENUNCIADO EM SUPOSTO ESTUPRO DE VULNERÁVEL NO VERGEL

A Redação
O Fato

O Conselheiro Tutelar Luiz Carlos da APAE, da segunda região de Maceió, foi denunciado na Delegacia de Crimes Contra a Criança e ao Adolescente, por suposto Crime de Estrupo de Vulnerável, acometido conta a menor M.S de 13 anos de idade, o fato teria acontecido no bairro Vergel do Lago, a criança teria contado para sua mãe, e a mãe sabendo do acontecido, fez a denúncia ao conselho tutelar da segunda região. A reportagem do “O Fato” entrou em contato com o conselho tutelar da segunda região, onde os mesmos confirmarão, e que os colegiados do conselho tutelar estiveram presentes na Delegacia de Crimes Contra a Criança e do Adolescente, e teriam registrado o Boletim de Ocorrência (BO), contra o Conselheiro Luiz Carlos da APAE; ocasionada pelo afastamento da mãe da criança, que se achava ameaçada pelo conselheiro, com medo de represálias. Na próxima segunda dia 27 de novembro de 2017 a Delegada responsável pelo caso da Delegacia de Crimes Contra a Criança e ao Adolescente, vai investigar o acontecido, segundo informações do órgão colegiado do conselho tutelar da segunda região, o caso vai ser levado a OAB e ao Ministério Público.

Os conselheiros segundo informaram ao “O Fato”, que o suposto crime teria sido confirmado pela criança por contato telefônico, onde os conselheiros não sabem confirmar se ocorreu o uso da violência; para não ocasionar mais dano a criança, acharam melhor que a conversa continuasse com a presença de um especialista (Psicólogo).  A equipe jornalística do “O Fato” vai acompanhar o caso, e esperamos que se for confirmado tal delito pelas autoridades policiais, esperamos que as medidas jurídicas pertinentes ao crime ocorrido seja exemplarmente aplicadas; pois um agente público que foi eleito para defender e fazer valer direitos contra a criança e ao adolescente tenha acometido tal ato deve responder por tal abuso, já que existe um agravante por ser agente público. Tentamos entrar em contato com o Conselheiro Luiz Carlos da APAE e não obtivemos sucesso.


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