04/12/2016 às 13h12min - Atualizada em 04/12/2016 às 13h12min

Morre Ferreira Gullar

DAVID HERNANDES - Radialista e Blogueiro

Morre o Poeta, escritor e teatrólogo é um dos maiores Ferreira Gullar morre no Rio. Segundo o jornal O Globo, o escritor estava internado no Hospital Copa D'Or, na Zona Sul do Rio, e faleceu devido complicações de uma pneumonia.  

 Seu nome verdadeiro era José de Ribamar Ferreira, era natural de São Luís (MA), nasceu em 10 de setembro de 1930,

Guillar foi comunista lutou contra ditadura militar. Chegou a ser preso e a viver na clandestinidade. Fugiu do país, passando por Moscou, Santiago, Lima e Buenos Aires, durante o exílio na capital argentina, escreveu sua obra-prima: "Poema sujo" (1976).

Voltou ao Brasil em 1977, onde foi novamente preso e também torturado. Conseguiu ser solto depois de pressão internacional e trabalhou na imprensa do Rio e como roteirista de TV.

Veja, abaixo, os livros publicados por Ferreira Gullar

Poesia
 “Um pouco acima do chão" (1949)
 “A luta corporal" (1954)
 “Poemas" (1958)
 “João Boa-Morte, cabra marcado para morrer" [cordel] (1962)
 “Quem matou Aparecida?" [cordel] (1962)
 “A luta corporal e novos poemas" (1966)
 “Por você, por mim" (1968)
 “Dentro da noite veloz" (1975)
 “Poema sujo" (1976)
 “Na vertigem do dia" (1980)
 “Crime na flora ou ordem e progresso" (1986)
 “Barulhos" (1987)
 “Formigueiro" (1991)
 “Muitas vozes" (1999)

Crônica
 “A estranha vida banal" (1989)

Infantil e juvenil
 “Um gato chamado gatinho" (2000)
 “O menino e o arco-íris" (2001)
"O rei que mora no mar" (2001)
"O touro encantado" (2003) 
"Dr. Urubu e outras fábulas" (2005)

Conto
"Gamação" (1996)
"Cidades inventadas" (1997)

Memória
"Rabo de foguete" (1998)

Biografia
"Nise da Silveira" (1996)

Ensaio
"Teoria do não-objeto" (1959)
"Cultura posta em questão" (1965)
"Vanguarda e subdesenvolvimento" (1969)
"Augusto dos Anjos ou morte e vida nordestina" (1976)
"Uma Luz no Chão" (1978)
"Sobre Arte" (1982)
"Etapas da Arte Contemporânea: do Cubismo à Arte Neoconcreta" (1985)
"Indagações de Hoje" (1989)


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