01/12/2016 às 16h44min - Atualizada em 01/12/2016 às 16h44min

Alagoas tem a quinta pior expectativa de vida do país, aponta IBGE

Dados mostram que Alagoas é o estado onde os homens vivem menos

O Fato com Agência de Notícia

Alagoas tem a quinta pior expectativa de vida do país e é o estado onde os homens vivem menos. Os dados são das Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil do ano de 2015 que mostram as expectativas de vida às idades exatas até os 80 anos e são usadas como um dos parâmetros para determinar o fator previdenciário, no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de Previdência Social.

Dados gerais colocam Alagoas com a 23ª taxa de esperança de vida ao nascer. Aqui a expectativa de vida é de 71,2 anos, abaixo da média brasileira que foi de 75,5 anos.

Os homens são os que menos vivem em Alagoas, segundo o IBGE. A taxa que mostra a expectativa de vida é de 66,5 anos, a menor do país. A média nacional é de 71,9 anos para os homens. Já as alagoanas vivem mais, em média 76,1 anos, segundo os dados.

A maior diferença entre as expectativas registradas no país também são de Alagoas, onde há uma diferença de 9,5 anos a mais de vida para as mulheres.

Já a taxa de mortalidade infantil no estado era de 20,86% para cada 1000 nascidos vivos em 2015, a terceira maior do país, ficando atrás de Amapá e Maranhão.

De forma geral, a pesquisa revela que em 2015, a esperança de vida ao nascer no Brasil era de 75,5 anos (75 anos, 5 meses e 26 dias), um aumento de 3 meses e 14 dias em relação a 2014 (75,2 anos). Para a população masculina, o aumento foi de 3 meses e 22 dias, passando de 71,6 anos para 71,9 anos.

Já para as mulheres, o ganho foi um pouco menor (3 meses e 4 dias), passando de 78,8 anos para 79,1 anos. A taxa de mortalidade infantil (até 1 ano de idade) ficou em 13,8 para cada mil nascidos vivos e a taxa de mortalidade na infância (até 5 anos de idade), em 16,1 por mil.

O estado de Santa Catarina possuía em 2015 a maior expectativa de vida ao nascer em 2015, onde foi registrado uma média de 78,7 anos.

*Com informações IBGE e Cadaminuto


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